segunda-feira, 26 de julho de 2010

O Caráter da sociedade e a "Lei da atração em movimento"

O caráter da Sociedade

Semana que vem iremos estudar sobre a "familia cristã" em nossa Escola Teológica, proponho através deste simples artigo, uma reflexão sobre os rumos de nossa sociedade e sobre o caráter cristão.

Uma recente pesquisa do Josephson Institute of Ethics, nos Estados Unidos, revelaram o rumo da sociedade americana.
• 38% dos estudantes do ensino médio disseram já ter roubado algo de uma loja no ano passado.
• 25% dos estudantes religiosos admitiram roubar de seus pais.
• 93% admitiu ter mentido para os pais.
• 28% admitiu ter mentido para conseguir um emprego.
• 74% dos estudantes do ensino médio confessaram ter praticado ao menos uma fraude no ano passado (2009).
• 91% "satisfeito com a minha própria ética e caráter."
• 97% "é importante para mim é uma pessoa de bom caráter!"

A maior necessidade na sociedade é o caráter. A sociedade é formada por famílias. Em que base estão sendo formadas e educadas a familia brasileira?

É de domínio público que a familia brasileira foi muito influenciada pela cultura americana, portanto é bom analisarmos estes dados detectados na familia americana e acionarmos o botão de alerta antes que seja tarde demais, nós como cristãos devemos lutar para mudar o rumo da nossa sociedade.

A base de tudo é Cristo. A grande verdade é que nossa sociedade diz que é cristã, mas suas práticas desmentem seus discursos.

Para aqueles que estão construindo suas bases familiares em compromissos errados, Pastor Robb Thompson afirma: " Eu determinei construir minha vida em princípio, ao invés de teoria. Eu não negocio meus princípios, mesmo que as situações ou as pessoas se alterarem. Independentemente do custo, eu não comprometo os padrões pelos quais eu vivo a minha vida. Esse alto padrão muitas vezes acabam me fazendo andar sozinho. No entanto, quando os outros abraçam os mesmos princípios que eu, estarão andando comigo".

Lei da atração em movimento

Pastor Robb afirma ainda que esta é a lei da atração em movimento. A lei estipula que "duas pessoas que vivem de acordo com o mesmo padrão sempre se moverão na mesma direção e, finalmente, se encontrarão no caminho."

Irmãos e amigos, eu também os encorajo a seguir os padrões de Cristo, mesmo que pessoas os abandonem no caminho. Isto ocorrerá porque não seguem os mesmos princípios que você. Você influenciará sua familia, e várias familias com o mesmo propósito influenciarão com maior êxito, a sociedade que vivemos.

Eliel Toledo



REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

Why Our Society Is In Trouble, Robb Thompson,

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Novidade na Edição 77 da Revista Geração JC


A excelente revista cristã "Geração JC", editado bimestralmente pela CPAD, sempre tráz matérias destinadas ao público Jovem, é claro que sob uma ótica cristã.

A edição nº77 trará uma matéria sobre nosso Congresso de Jovens aqui de Tupanciretã/RS, UMADT. Não vou comentar nada, nada, sobre o conteúdo, pois quero que você adquira o seu exemplar.

Para mais informações à respeito, vocês podem acessar o Blog da Revista: http://revistageracaojc.com.br

(foto da edição 76)

sábado, 10 de abril de 2010

Portugal: Testemunho de como Jesus Cristo transforma

Eduardo Ventura, de chefe da PSP a pastor evangélico
por SÓNIA SIMÕES27 Março 2010


Dedicou-se durante anos à PSP. Esqueceu a família, descurou o descanso e até ganhou a alcunha de 'Diabo', tal o número de detenções que contabilizou. Mudou tudo no dia em que um AVC o derrubou em plena esquadra policial

Os colegas e amigos da PSP ofereceram-lhe o "Diabo" como alcunha. Nas palavras do próprio chefe Ventura, o baptismo era apropriado: homem intransigente, severo, com pitadas de mau humor. "Era", sublinha. Passado. Hoje a alcunha esvaneceu. Eduardo Ventura consagrou-se pastor da Igreja Evangélica da Assembleia de Deus e corre o País a pregar.
"Foi difícil para mim entrar na Assembleia de Deus porque era um homem cheio de pecados", desabafa Eduardo Ventura, 41 anos, quando explica a sua resistência inicial à Igreja Evangélica. "Era um homem severo, rude, mal-humorado. A família para mim era inexistente, só via o trabalho à frente. E era muito revoltado", conta.
O caminho foi-lhe aberto pela esposa. Quando viu Eduardo sofrer um AVC (acidente vascular cerebral) que o derrubou em plena esquadra da PSP, Cidália Chambel, 39 anos, percebeu que o marido estava esgotado. "Ele sofreu um esgotamento nervoso e a medicação não estava a resultar. Decidi ir visitar uma igreja evangélica", recorda.
A visita aconteceu há pouco mais de três anos e Cidália entrou com apreensões. "Pensava que algumas histórias que ouvia não aconteciam de facto", revela.
Pensou assim até ao dia em que o filho mais velho, André, agora com 15 anos, teve de ser submetido a uma intervenção cirúrgica ao coração. As palavras duras e secas dos médicos ainda hoje permanecem--lhe vivas na memória.
"Disseram-me que o meu filho não ia mais praticar desporto de alta competição e dificilmente poderia levar uma vida normal", recorda. Cidália correu para casa. Rezou. O electrocardiograma feito dias depois no Hospital de Torres Novas acusou o contrário. Nada de anormal foi detectado em André.
O episódio chegou para transformar o chefe Ventura. A fé levou--os a dispensar e a dedicar cada vez mais tempo à Igreja e à causa da Assembleia de Deus. Mas tudo parecia insuficiente.
"Propus ao meu pastor a criação de uma Convenção Europeia de Ministros Evangélicos Luso- -Brasileiros", lembra. Uma forma de expandir a Igreja para outros países da Europa. Os resultados, afirma, já se notam em Portugal, França, Suíça e Bélgica. "Não há fiéis como no Brasil, mas começa a haver. E eu quero contribuir para isso", refere. No futuro, a Convenção quer apostar no trabalho missionário em África. "Queremos ir lá ajudar as pessoas e falar de Jesus àqueles que nem sequer o conhecem", revela, ainda sem nenhum destino concreto.
Ser apenas um missionário não chegou ao chefe que actualmente se encontra de baixa médica na PSP. Em Novembro do ano passado, Eduardo Ventura foi consagrado pastor. E é nessa posição que prega de norte a sul do País.
Uma transformação abismal naquela que era a sua vida profissional. Eduardo Ventura era militar da GNR quando, através de um concurso especial, entrou para a PSP, há já 17 anos. Na altura foi colocado na Escola Prática da PSP, em Torres Novas, como instrutor. Ensinava aos polícias as práticas policiais. Hoje ensina a "Palavra de Deus", sublinha.
A promoção a subchefe levou-o para a Divisão da PSP dos Olivais há dez anos. De 2000 a 2005, chefiou as equipas de intervenção rápida que actuavam nos bairros mais problemáticos da divisão.



Contas feitas ao trabalho policial, o chefe Ventura afirma que nesse período fez mais de 800 detenções e arrecadou para a PSP cerca de 200 mil euros em contra- -ordenações. "Não perdoava nada. Por isso me chamavam 'Diabo'", recorda.
A família, a viver no Entronca-mento, ficava dias sem o ver. A mulher, professora licenciada em Línguas e Literatura Portuguesa, conformava-se.
O trabalho operacional terminou no dia em que se sentiu doente. "Não conseguia dar mais", refere. De baixa médica, foi colocado ao serviço da Esquadra de Moscavide, aonde não descarta a hipótese de voltar assim que as juntas médicas a que é sujeito consi- derarem que está apto a trabalhar. Até lá, com Cidália e os dois fi- lhos, André, 15 anos, e Pedro, de 10, corre o País a angariar fiéis. "A comunidade é ainda pequena, mais vai aumentar", garante.

Disponivel em: <http://dn.sapo.pt/gente/interior.aspx?content_id=1529504>, acesso em 10 abril 2010.



O que é a PSP?
A Polícia de Segurança Pública de Portugal, designada por PSP, é uma força de segurança, uniformizada e armada, com natureza de serviço público e dotada de autonomia administrativa. A PSP tem por missão assegurar a legalidade democrática, garantir a segurança interna e os direitos dos cidadãos, nos termos da Constituição e da lei.


sexta-feira, 19 de março de 2010

Congresso da Umadt 2010

De 11 a 14 de Março, a igreja de Tupanciretã esteve em festa, em decorrência do 18º Congresso da Umadt. Foram momentos de grandes bençãos, onde pudemos nos renovar diante do Senhor. As festividades iniciaram quinta (11) e Sexta (12) com as palestras para os estudantes dos colégios estaduais e municipais, onde foi feito um trabalho de conscietização dos malefícios dos vícios e drogas, deste o cigarro e o álcool, até o crack, droga o qual foi dado mais ênfase, e á noite foram realizados cultos no templo sede.

Sábado (13) e Domingo (14) as festividades passaram a ser realizados no Ginásio Bonumazão, com uma almoço no Domingo no salão social da AD Tupanciretã.

O cantor convidado foi o Presbítero Moisés Cleyton, de Telêmaco Borba/PR, que conduziu o povo a louvar e adorar a Deus de uma forma marcante. Com sua banda, louvou a Deus com suas lindas composições, entre elas "Vaso de Alabrastro", gravado também pela cantora Mara Lima; "Os sonhos de Deus", gravado por Nani Azevedo, "Confiarei" e muitos outros que fazem parte do seu último Álbum musical. Realmente ficamos maravilhados diante do agir de Deus em meio aos louvores.

O Pastor Pedro Elias, da cidade de Porto Alegre/RS, foi o pregador convidado e foi usado por Deus para entregar mensagens impactantes para a igreja e o povo que esteve presente nos cultos.
Muitas almas entregaram a sua vida ao Senhor, e este foi o principal fato do congresso, pois houve festa nos céus, e porconseguinte, também entre nós.

Agradecemos a Deus por todos que participaram, desde a equipe de trabalho e coordenação, passando pela igreja que intercedeu por este congresso, os cantores e pregador convidado e principalmente ai nosso maravilhoso Deus, o qual somos incansáveis em adorá-lo por tudo que ele é. Obrigado Senhor!

Segue abaixo algumas fotos do Congresso:




quarta-feira, 17 de março de 2010

Malefícios da droga chamada "crack"

Nos dias 11 e 12 de Março, na casa da cultura desta cidade, os estudantes de Tupancireta puderam participar de uma série de palestras sobre o crack. Como parte do 18º Congresso da Umadt (Uniao da Mocidade da Assembléia de Deus de Tupancireta). Estudantes e Professores gostaram muito da forma descontraida que o Palestrante Sr. Marco Antonio dos Santos conseguiu passar esta urgênte mensagem, cujo objetivo principal é prevenir os estudantes para que não sejam seduzidos pelas drogas.
A equipe do Desafio Jovem Luz no Vale de Campo Bom está de parabéns, e a Umadt e a comunidade de Tupanciretã muito mais.

Veja abaixo algumas imagens do primeiro dia:

Alunos assisstindo a palestra sobre crack e seus malefícios

Marco Antonio

Equipe do Desafio Jovem Luz no Vale, de Campo Bom-RS, com teatro e depoimentos de ex-viciados que foram reabilitados.

Equipe da Umadt, do Desafio Jovem e estudantes.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Mudanças? Qual a postura das Igrejas


Olá amigos, quero compartilhar com vocês mais uma entrevista SUPER INTERESSANTE, desta vez com o Pr. José Bernardo, fundador da Missão Amme Evangelizar.

Interessante "75% da Igreja têm resistência à mudança", aponta fundador da Amme Evangelizar

No último fim de semana, dias 20 e 21 de março, a Missão Amme Evangelizar realizou seu encontro nacional na capital paulista. Relacionando-se no dia a dia com igrejas e líderes, a missão tem o propósito de auxiliar as igrejas brasileiras na evangelização. O tema escolhido para o evento foi "Santificação e evangelização na pós-modernidade". O fundador da Amme, pastor José Bernardo, conta que com freqüência a missão questiona-se porque igrejas e pessoas têm dificuldade em evangelizar. Uma das questões levantadas foi a evangelização na pós-modernidade e a adaptação da Igreja para evangelizar na atualidade.
Segundo o pastor, o que move a Igreja para a evangelização é o "desejo sincero". "Método é apenas 10%, recursos, materiais, tudo apenas 10% de toda a evangelização. 90% da evangelização é atitude, essa vontade de ajudar as pessoas. Como Jesus, que andava e via as pessoas, as via como ovelhas sem pastores. Ele queria ajudar, socorrer, e isso é que faz a evangelização, a vontade de socorrer o próximo, ajudá-lo. Obviamente, associada a fé, a certeza de que a Palavra de Deus é que vai ajudar, ou então você se torna um ativista social.".
Em entrevista ao Guia-me, Bernardo falou sobre o relativismo da pós-modernidade e como a igreja tem agido em um contexto social de questionamentos. Um tempo de interpretações, emeferidade, falta de otimismo, busca por exeperiências e apego ao presente.

Guia-me: Como falar de Jesus em um mundo onde não existe mais verdades absolutas?
Pr. José Bernardo: Para mim, é um engano das pessoas da pós-modernidade dizer que não têm uma verdade, que tudo é relativo. Ou seja, já de começo, quando você diz que não existe verdade absoluta, você está dizendo uma verdade absoluta. Para a pós-modernidade ser absolutamente coerente, se ela disser que tudo é relativo, ela teM que dizer que essa verdade também é relativa. Outro absoluto da pós-modernidade é a experiência, que vale mais que a teoria. Experimentar as coisas é mais importante. Ora, cristianismo é isso, experimentar. Então, eu entendo que a pós-modernidade não é um tempo pior nem melhor do que a modernidade para se pregar o Evangelho. Do mesmo jeito que a modernidade não fez nem pior nem melhor para o ambiente da pré-modernidade. Qualquer tempo vai exigir uma adaptação da Igreja. Se eu mando um missionário para uma tribo indígena, que nunca ouviu falar de Jesus, que pensa que tudo aquilo que o pagé diz é a mais pura verdade e ue se ela pisar fora da aldeia, sem a ordem do chefe, será fulminada, o missionário terá que se adaptar dentro daquele contexto. Se esse missionário vai para uma universidade, digamos, do mundo muçulmano, onde as pessoas vivem por uma determinada lógica, é preciso trabalhar com essas pessoas, dentro da realidade delas. Se você está dentro de um grupo de emo, de punk, de surfistas em torno de seus 20 e poucos anos, você precisa aprender a comunicar o Evangelho dentro dessa realidade. Eu particularmente entendo que Jesus comunicou o Evangelho durante um período pós-moderno, que tinha características semelhantes.

Guia-me: Então, deve-se procurar estabelecer relacionamentos?
Pr. José Bernardo: Sempre. Eu acho que relacionamento é importante emqualquer uma das cosmologias, cosmovisões. Mas para o pós-modernismo ele é ainda mais importante. A pessoa precisa experimentar tudo que é dito. Ou seja, ela vai ter que vivenciar aquilo que você está pregando.
Guia-me: Em sua opinião, a Igreja tem coragem de assumir que o tempo mudou?
Pr. José Bernardo: Eu venho ensinando sobre mudanças há muitos anos. Antes da Amme já, na minha carreira profissional. Em 95 foi que eu comecei a trabalhar em tempo integral na igreja. Antes de 95 eu fiz carreira na área de marketing e já naquela época como consultor, eu sempre estava falando para executivos sobre a questão da mudança.
Eu desenvolvi uma pequena alegoria, onde eu comparo as quatro atitudes de mudanças a bichos. Você tem o avestruz, apesar dos biólogos dizerem que a avestruz não bota a cabeça na areia para se esconder, que é a pessoa que ignora a mudança, é a atitude da indiferença. A atitude da preguiça, que vê tudo mudando, mas se move lentamente, uma atitude de procrastinação, de deixar para depois: depois eu faço, depois eu vejo, depois eu me informo, depois eu vou atrás disso. A terceira atitude é da resistência, o burro, empaca a qualquer sinal de perigo, de tensão, de estresse, empaca e não muda de jeito nenhum. Eu resisto, isso é do diabo, eu não vou aceitar mudar etc e tal. E o quarto, que quer a mudança, tem o estilo da águia. O menor barulhinho e ela dá aquele salto para cima, voa e escolhe um novo objetivo, uma nova coisa. Só que dentro da mudança, existem duas atitudes da igreja. Eu diria que 75% da igreja tem resistência à mudança. E 75% das pessoas, empresas, têm resistência à mudança. É por isso que livros como ´Quem mexeu no meu queijo´ fazem tanto sucesso. Agora 25% das pessoas que talvez queiram mudar dividem-se em dois grupos: aqueles que mudam as coisas que precisam ser mudadas e aqueles que mudam as coisas que não devem ser mudadas. Eu não acho que o problema é só a coragem. O que não deveria mudar, está mudando, e o que precisaria mudar, não. Por exemplo, redução da pregação da Palavra, a pretexto de que a pessoa não-crente não agüenta ouvir a pregação. Isso é um absurdo.

Guia-me: As pessoas buscando tem buscado experiências. Isso não pode aproximá-las de falsas doutrinas?
Pr. José Bernardo: Que tipo de experiência se não for uma experiência com a Palavra? Uma exepriência que não é com a Palavra é inválida. Nós não estamos aqui hoje como alguns vendedores de livros cristãos voltados para a psicologia, a psicanálise, material de auto-ajuda. Pára, nosso negócio aqui é Bíblia. E é a Bíblia que transforma, que muda. Não é negociável.
Aí você vê o menino na segunda-feira. Tem pregação na primeira, na segunda, na terceira, na quarta e na quinta aula. Na terça, na quarta, na quinta, tem gente que tem aula aos sábados, tudo pregação. Então ele escuta aí, na semana toda, quinze, dezoito horas de pregação. Aí chega na igreja, o pastor não pode pregar 15 minutos? Brincadeira. Talvez, obviamente, o assunto que esteja sendo pregado, não é o que a pessoa está precisando ouvir, falta de sensivbilidade do pregador. Talvez o pregador não esteja usando todos os recursos de didática que ele poderia usar para tornar a pregação mais interessante. Mas deixar de pregar a Bíblia? É deixar de ser cristão! O grande problema é que precisa sim de ousadia para mudar, e mudança é complicado.
Guia-me: Então a Igreja tem buscado adaptar-se para se aproximar?
Pr. José Bernardo: A expressão que eu uso é tirada do mercado de software:igreja amigável. No software todo mundo quer um programa amigável, que funcione do jeito que você quer. Um programa que você não tem que mudar nada, aprender nada. Simplesmente o programa chega, você faz plug-in nele, e ele funciona direto, é plug and play. Você bota na tomada e sai usando. Não é assim a Igreja, ela está falando de transformação, de mudança de vida, de ser nova criatura, não pode ser um negócio que você não sente diferença nenhuma, que você sai do mundo e entra na igreja. Tem diferença sim.
Esse termo da igreja amigável pegou forte no Brasil, ainda tem igreja vivendo isso. Você vai falar para o irmão: "Irmão, isso é exagero". Uma das coisas que eu tenho falado muito é sobre o tribalismo. Tem igreja que acha que ela precisa virar uma tribo. Vamos evangelizar os emos. Então todo mundo de franjão aqui na igreja, agora. Gente, não é assim, porque os emos vão desaparecer daqui há três, quatro anos, já mudaram. O movimento que surgiu há uns 10 anos, no Brasil há uns dois anos, já mudou. Primeiro vestia de um jeito, agora de outro. Primeiro cantava de um jeito, agora de outro. Esses movimentos não têm nenhuma fundamentação para a igreja dizer: "Agora nós vamos construir uma igreja só para esse movimento". O movimento vai embora e o que você faz da sua igreja? A Igreja deve estar preparada a pregar o Evangelho para toda criatura. Não só para os emos, pagodeiros...
Há muito material vindo de fora sobre a igreja emergente, que passou da situação de usar métodos para parecer com as pessoas do mundo, para que elas não sentissem nenhuma diferença na Igreja. Se elas não sentem nenhuma diferença, elas não encontraram nada, não tem ?boa notícia?. Toda ?boa notícia? é diferente do que você conhecia, ou não é notícia. Então, tem que ser nova.
Guia-me: Como estão agindo as igrejas emergentes?
Pr. José Bernardo: As igrejas emergentes estão voltando a ser as de sempre, porque elas já perceberam. A nova geração, que foi criada fora da Igreja, que tem pais que não foram da Igreja católica ou outra, essa geração não conhece Igreja. Então, para ela tanto faz o tipo de Igreja que você tiver. Na verdade, se ela chegar e encontrar o que tem no mundo, pelo contrário, é aí que não vai ficar em sua igreja. Então, uma nova geração hoje está em busca de uma experiência espiritual, verdadeira, uma coisa realmente diferente. As emergentes estão sendo muito mais firmes na pregação da Palavra, na adoração, e menos na aparência, estética. Existe um retorno, uma vontade de viver mais intensamente a espiritualidade.

Guia-me: Mas, em um mundo de interpretações, no qual a verdade de uma pessoa é diferente de outra, não há um risco da Igreja pregar o Evangelho e ser identificada com uma atitude de superioridade?
Pr. José Bernardo: É interessante como às vezes você tem que impor. Acho que depende muito da pessoa. Essa é uma questão que determina a pós-modernidade. Lógico que a nova geração suspeita de toda imposição, e não quer que se imponha nada sobre ela. Quando você diz isso, eu me lembro do apóstolo Paulo: "Tempera sua mensagem com sal". Não é mudar a mensagem para que ela seja mais aceita pelas pessoas. É a mesma mensagem. Você muda o método, mas prega a mesma mensagem. Essa mudança está de acordo com o ouvir. Ainda agora eu respondi uma pergunta do painel: Qual a atitude prática que a Igreja precisa ter ao ministrar em um ambiente totalmente diferente?" Ela precisa ouvir. Ninguém gosta de ir a um médico, principalmente os da medicina pública, e o cara ficar de cabeça baixa, escrevendo lá: "Toma uma novalgina a cada não sei quantas horas e não me enche mais a paciência". Não, todo mundo fala bem do médico que examina: "Olha fui em um médico ótimo, ficou uma hora me examinando, apertou minha barriga, perguntou das doenças da minha bisavó, esse médico é bom". Nós sempre achamos que o médico que examina mais vai dar uma receita melhor, uma solução melhor. E a gente não transfere muito isso para a evangelização. Simplesmente a pessoa chega, e a gente diz: "Ah, eu tenho a receita para você. Não precisa me falar o que você tem, não precisa falar o que você pensa, eu não quero saber suas opiniões, não quero saber de você de forma alguma, toma esse remédio aqui e pronto".
Guia-me: O remédio então é ouvir?
Pr. José Bernardo: A falta de ouvir é muito ruim. Entender o outro, Jesus gostava de fazer isso. Escuta, "o que queres que eu te faça?" O que você está precisando, qual a sua necessidade? E ouvir as pessoas, porque não quer dizer que tudo que elas te dirão é certo, tudo que elas vão falar é correto. Não quer dizer que a interpretação delas de mundo esteja correta. Quer dizer sim, que ao ouvir a pessoa, você vai descobrir com o discernimento do Espírito, como dizer para ela, como conversar, como falar com ela. Dentro de uma diversidade, que é a pós-modernidade, a melhor coisa que a gente faz é antes de abrir a boca, ouvir as pessoas. O que eu posso fazer por você? Como eu posso te ajudar? Ouvir é a grande resposta prática para o mundo em que a gente vive.
Para saber mais. visite o site da Amme Evangelizar: http://www.ammeevangelizar.org/

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

A familia sofre ataque terrorista

Olá amigos, estamos vivendo tempos em que a familia como instituição, está sofrendo uma avalanche de influências maléficas da sociedade, visando a destruição desta. E estas mudanças de comportamento na sociedade brasileira, também vem de influências de outras nações, principalmente da americana, de onde vem uma avalanche de programação para a televisão brasileira.

Quero compartilhar com vocês uma mensagem do Pastor Wayde Goodall, do Ministério WordWide Family. Com sua sede nos estados Unidos, desenvolvem um ministério para familia, casais e crianças em mais de 30 nações. vale a pena saber o que ele tem a dizer sobre este mesmo problema em termos mundias:

"Ajude-nos a combater" A família é a segunda maior instituição que Deus criou. . . . . perdendo apenas para a igreja. E a família está sofrendo um "ataque terrorista" por parte do inimigo. É muito claro que o inimigo está causando confusão em questões de família, valores familiares, e a santidade do casamento.

Você está provavelmente ciente de muitas das questões que os casamentos e as famílias estão enfrentando nos os Estados Unidos.

Em Los Angeles, a Segunda Corte Distrital de Apelações declarou ilegal para os pais sem o ensino certificados para casa escola seus próprios filhos.
Também na Califórnia, o Supremo Tribunal aprovou o casamento homosexual.
McDonalds recentemente tornou-se um "parceiro empresarial" do Nacional de Gays e Lésbicas Chamber of Commerce!
Algumas das questões críticas de fora os Estados Unidos.
Considera-se que chegará a ter mais de 100 milhões de órfãos da SIDA, África, em 2020.
Algumas nações aprovam a matança de crianças, violência conjugal, os cônjuges múltiplos, e até mesmo o estupro como uma experiência "normal".
Na Rússia, por causa da história comunista, 90% dos casamentos terminam em divórcio.
Em alguns países o incesto é não só permitido, mas incentivado.

Não podemos deixar que isso continue. Temos de fazer alguma coisa!

Por que estamos decididos a lutar pela família?
A família é amado por Deus e tem que ser protegida. Literalmente, em todo o mundo, o inimigo está atacando o casamento e a família. Ele fará tudo que puder para influenciar líderes ímpios para aprovar leis que vão contra a sabedoria de Deus e de princípios.

VOCÊ pode ajudar-nos a lutar pelo que é certo; uma pessoa, uma família, uma aldeia, e até mesmo uma nação. Nós podemos ajudar a defender a família e ensinar-lhes os princípios da Palavra de Deus.


Fonte: http://www.worldwidefamily.org/

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010