quinta-feira, 10 de março de 2011

Para refletir

"O mundo não necessita ter mais de você; ele necessita ter mais de Deus. Seus amigos não necessitam ter mais de você; necessitam ter mais de Deus. E você não necessita ter mais de você; necessita ter mais de Deus".

Eugene H. Peterson

segunda-feira, 26 de julho de 2010

O Caráter da sociedade e a "Lei da atração em movimento"

O caráter da Sociedade

Semana que vem iremos estudar sobre a "familia cristã" em nossa Escola Teológica, proponho através deste simples artigo, uma reflexão sobre os rumos de nossa sociedade e sobre o caráter cristão.

Uma recente pesquisa do Josephson Institute of Ethics, nos Estados Unidos, revelaram o rumo da sociedade americana.
• 38% dos estudantes do ensino médio disseram já ter roubado algo de uma loja no ano passado.
• 25% dos estudantes religiosos admitiram roubar de seus pais.
• 93% admitiu ter mentido para os pais.
• 28% admitiu ter mentido para conseguir um emprego.
• 74% dos estudantes do ensino médio confessaram ter praticado ao menos uma fraude no ano passado (2009).
• 91% "satisfeito com a minha própria ética e caráter."
• 97% "é importante para mim é uma pessoa de bom caráter!"

A maior necessidade na sociedade é o caráter. A sociedade é formada por famílias. Em que base estão sendo formadas e educadas a familia brasileira?

É de domínio público que a familia brasileira foi muito influenciada pela cultura americana, portanto é bom analisarmos estes dados detectados na familia americana e acionarmos o botão de alerta antes que seja tarde demais, nós como cristãos devemos lutar para mudar o rumo da nossa sociedade.

A base de tudo é Cristo. A grande verdade é que nossa sociedade diz que é cristã, mas suas práticas desmentem seus discursos.

Para aqueles que estão construindo suas bases familiares em compromissos errados, Pastor Robb Thompson afirma: " Eu determinei construir minha vida em princípio, ao invés de teoria. Eu não negocio meus princípios, mesmo que as situações ou as pessoas se alterarem. Independentemente do custo, eu não comprometo os padrões pelos quais eu vivo a minha vida. Esse alto padrão muitas vezes acabam me fazendo andar sozinho. No entanto, quando os outros abraçam os mesmos princípios que eu, estarão andando comigo".

Lei da atração em movimento

Pastor Robb afirma ainda que esta é a lei da atração em movimento. A lei estipula que "duas pessoas que vivem de acordo com o mesmo padrão sempre se moverão na mesma direção e, finalmente, se encontrarão no caminho."

Irmãos e amigos, eu também os encorajo a seguir os padrões de Cristo, mesmo que pessoas os abandonem no caminho. Isto ocorrerá porque não seguem os mesmos princípios que você. Você influenciará sua familia, e várias familias com o mesmo propósito influenciarão com maior êxito, a sociedade que vivemos.

Eliel Toledo



REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

Why Our Society Is In Trouble, Robb Thompson,

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Novidade na Edição 77 da Revista Geração JC


A excelente revista cristã "Geração JC", editado bimestralmente pela CPAD, sempre tráz matérias destinadas ao público Jovem, é claro que sob uma ótica cristã.

A edição nº77 trará uma matéria sobre nosso Congresso de Jovens aqui de Tupanciretã/RS, UMADT. Não vou comentar nada, nada, sobre o conteúdo, pois quero que você adquira o seu exemplar.

Para mais informações à respeito, vocês podem acessar o Blog da Revista: http://revistageracaojc.com.br

(foto da edição 76)

sábado, 10 de abril de 2010

Portugal: Testemunho de como Jesus Cristo transforma

Eduardo Ventura, de chefe da PSP a pastor evangélico
por SÓNIA SIMÕES27 Março 2010


Dedicou-se durante anos à PSP. Esqueceu a família, descurou o descanso e até ganhou a alcunha de 'Diabo', tal o número de detenções que contabilizou. Mudou tudo no dia em que um AVC o derrubou em plena esquadra policial

Os colegas e amigos da PSP ofereceram-lhe o "Diabo" como alcunha. Nas palavras do próprio chefe Ventura, o baptismo era apropriado: homem intransigente, severo, com pitadas de mau humor. "Era", sublinha. Passado. Hoje a alcunha esvaneceu. Eduardo Ventura consagrou-se pastor da Igreja Evangélica da Assembleia de Deus e corre o País a pregar.
"Foi difícil para mim entrar na Assembleia de Deus porque era um homem cheio de pecados", desabafa Eduardo Ventura, 41 anos, quando explica a sua resistência inicial à Igreja Evangélica. "Era um homem severo, rude, mal-humorado. A família para mim era inexistente, só via o trabalho à frente. E era muito revoltado", conta.
O caminho foi-lhe aberto pela esposa. Quando viu Eduardo sofrer um AVC (acidente vascular cerebral) que o derrubou em plena esquadra da PSP, Cidália Chambel, 39 anos, percebeu que o marido estava esgotado. "Ele sofreu um esgotamento nervoso e a medicação não estava a resultar. Decidi ir visitar uma igreja evangélica", recorda.
A visita aconteceu há pouco mais de três anos e Cidália entrou com apreensões. "Pensava que algumas histórias que ouvia não aconteciam de facto", revela.
Pensou assim até ao dia em que o filho mais velho, André, agora com 15 anos, teve de ser submetido a uma intervenção cirúrgica ao coração. As palavras duras e secas dos médicos ainda hoje permanecem--lhe vivas na memória.
"Disseram-me que o meu filho não ia mais praticar desporto de alta competição e dificilmente poderia levar uma vida normal", recorda. Cidália correu para casa. Rezou. O electrocardiograma feito dias depois no Hospital de Torres Novas acusou o contrário. Nada de anormal foi detectado em André.
O episódio chegou para transformar o chefe Ventura. A fé levou--os a dispensar e a dedicar cada vez mais tempo à Igreja e à causa da Assembleia de Deus. Mas tudo parecia insuficiente.
"Propus ao meu pastor a criação de uma Convenção Europeia de Ministros Evangélicos Luso- -Brasileiros", lembra. Uma forma de expandir a Igreja para outros países da Europa. Os resultados, afirma, já se notam em Portugal, França, Suíça e Bélgica. "Não há fiéis como no Brasil, mas começa a haver. E eu quero contribuir para isso", refere. No futuro, a Convenção quer apostar no trabalho missionário em África. "Queremos ir lá ajudar as pessoas e falar de Jesus àqueles que nem sequer o conhecem", revela, ainda sem nenhum destino concreto.
Ser apenas um missionário não chegou ao chefe que actualmente se encontra de baixa médica na PSP. Em Novembro do ano passado, Eduardo Ventura foi consagrado pastor. E é nessa posição que prega de norte a sul do País.
Uma transformação abismal naquela que era a sua vida profissional. Eduardo Ventura era militar da GNR quando, através de um concurso especial, entrou para a PSP, há já 17 anos. Na altura foi colocado na Escola Prática da PSP, em Torres Novas, como instrutor. Ensinava aos polícias as práticas policiais. Hoje ensina a "Palavra de Deus", sublinha.
A promoção a subchefe levou-o para a Divisão da PSP dos Olivais há dez anos. De 2000 a 2005, chefiou as equipas de intervenção rápida que actuavam nos bairros mais problemáticos da divisão.



Contas feitas ao trabalho policial, o chefe Ventura afirma que nesse período fez mais de 800 detenções e arrecadou para a PSP cerca de 200 mil euros em contra- -ordenações. "Não perdoava nada. Por isso me chamavam 'Diabo'", recorda.
A família, a viver no Entronca-mento, ficava dias sem o ver. A mulher, professora licenciada em Línguas e Literatura Portuguesa, conformava-se.
O trabalho operacional terminou no dia em que se sentiu doente. "Não conseguia dar mais", refere. De baixa médica, foi colocado ao serviço da Esquadra de Moscavide, aonde não descarta a hipótese de voltar assim que as juntas médicas a que é sujeito consi- derarem que está apto a trabalhar. Até lá, com Cidália e os dois fi- lhos, André, 15 anos, e Pedro, de 10, corre o País a angariar fiéis. "A comunidade é ainda pequena, mais vai aumentar", garante.

Disponivel em: <http://dn.sapo.pt/gente/interior.aspx?content_id=1529504>, acesso em 10 abril 2010.



O que é a PSP?
A Polícia de Segurança Pública de Portugal, designada por PSP, é uma força de segurança, uniformizada e armada, com natureza de serviço público e dotada de autonomia administrativa. A PSP tem por missão assegurar a legalidade democrática, garantir a segurança interna e os direitos dos cidadãos, nos termos da Constituição e da lei.