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segunda-feira, 21 de maio de 2018

DICAS PRÁTICAS PARA PROFESSORES DE ESCOLA DOMINICAL

Queridos amigos, achei interessante compartilhar convosco estas cinco dicas para professores de Escola Bíblica Dominical - EBD, sugeridas pelo Presbítero André Sanches, publicada no site esbocandoideias.com , são dicas muito práticas que creio vai ser útil para que tenhamos aulas mais dinâmicas e participativas. 
                                                   Imagem: EBD Lajeado, Rio Grande do Sul/Marcos Mafalda

1) Dê voz aos seus alunos
Algumas igrejas dão a liberdade para o professor da EBD escolher os assuntos a serem tratados em sala. Outras preferem adotar temas que sejam estudados em todas as salas. De qualquer forma, quero compartilhar algo que vai te ajudar muito a integrar mais seus alunos às suas aulas: Faça uma pesquisa na sua classe. A pesquisa deve conter questões que te ajudem a identificar o nível espiritual dos seus alunos e também espaço para sugestões sobre temas e sobre como eles gostariam que fossem as aulas. Isso dará ao professor uma ideia ampla sobre que tipo de linguagem usar em sua classe, que tipo de recursos seriam mais proveitosos, que tipo de abordagem usar, etc. Dar voz aos alunos é o “pulo do gato” para ter uma classe mais envolvida com as aulas.

2) Seja dinâmico em suas aulas
Quando digo dinâmico quero dizer que devemos variar as formas que damos as aulas. É muito cômodo para o professor adotar apenas um método ou sistema e aplicá-lo em todas as aulas. Mas variar torna a aula muito mais interessante. Os alunos vão desejar estar ali. Hoje temos uma gama muito grande de formas de passar o conteúdo, seja com uso de tecnologia (computador, Datashow, filmes, músicas, etc.), seja com dinâmicas em grupo e outras variações pequenas dentro das aulas tradicionais que fazem muita diferença. Em uma das minhas aulas sobre genealogias, ao invés de ficar lendo aquele texto chato de se ler, fiz com que cada personagem fosse feito por um aluno. Assim, formamos uma genealogia viva na sala e aprendemos que Adão conviveu com Noé e as informações sobre a criação puderam ser passaras oralmente sem modificações! Os alunos amaram. Isso foi muito mais produtivo do que usar o meio tradicional apenas de leitura e explicação verbal. Seja criativo. Não fique em sua zona de conforto.

3) Use a curiosidade a seu favor
A curiosidade é algo muito forte no ser humano. Você já reparou que quando está terminando um capítulo de uma novela ou série, o autor sempre procura te deixar curioso para que você deseje voltar no outro dia para ver o que vai acontecer? Essa é uma técnica muito poderosa. Sempre que for estudar algum tema, tente incluir questões curiosas, polêmicas. Mas sempre deixe ao final da aula um gostinho de quero mais. Use a curiosidade a seu favor. Em uma de minhas aulas em Gênesis, estávamos estudando a vida de Abraão. Logo ao final da aula, usei a curiosidade para aguçar a vontade de meus alunos, perceba: “Vocês já perceberam que vários homens de Deus tiveram mais de uma esposa? Abraão, Jacó, Davi, Salomão, etc. Será que Deus aprovava isso? Como explicar esse fato na Bíblia? E hoje, pode o cristão ter mais de uma esposa? Mas só saberemos essas respostas na próxima aula”. Não preciso nem dizer que a classe soltou um “ahhhhh, explica agora”.

4) Abuse das perguntas
Geralmente um professor é aquele que dá as respostas. Mas as perguntas motivam muito mais do que as respostas. As perguntas, além de aguçar a nossa curiosidade, também provocam em nós o desejo do saber. Sempre busque levantar perguntas as mais curiosas e polêmicas possíveis. Isso ajuda a manter o ânimo e a motivação em alta. Os alunos tendem a ficar desmotivados com aquilo que é óbvio. Por isso, provoque com perguntas fortes, nada óbvias e que você saiba que eles não saberão a resposta com facilidade. Complique para depois simplificar e coroar a atenção que lhe deram com uma resposta cheia de fundamentos bíblicos e que eles irão entender. Em certa aula onde eu explicava acerca da arca de Noé, depois de aguçar a curiosidade na aula anterior (conforme expliquei no ponto três), trouxe várias perguntas complicadas e intrigantes para a aula. Onde estavam os dinossauros na arca de Noé? Será que esses animais existiram mesmo e foram na arca? E mais: será que eles são mencionados na Bíblia? Não preciso nem dizer que essa aula foi especial, os alunos nem piscavam! Evidentemente que o professor precisa estar preparado e colocar apenas questões que consiga explicar de forma que o público alvo consiga entender.

5) Seja aplicado em sua preparação
Nenhuma técnica dará certo se a peça principal, o professor, não estiver preparado. Além da preparação espiritual de uma vida diária com Deus, o professor da Escola Bíblica Dominical precisa se preparar em como passar o conteúdo, em como ser compreendido, em como se portar, em como comunicar a matéria, etc. Isso não é tarefa fácil. Não foi para mim, e tenho certeza que não o é para nenhum professor de EDB. Mas é possível. Caso você tenha dificuldades nessa preparação e esteja um tanto quando perdido, hoje, graças a Deus, temos muitas formas de preparação ao nosso alcance. Eu conheci mês passado um material espetacular e muito proveitoso que visa formar Professores e Líderes para Escola Bíblica Dominical para um melhor exercício desse dom. Caso queira conhecer e ver mais detalhes, clique aqui.

E para finalizar, deixo o que a Palavra de Deus nos ensina sobre esse nosso ministério de ensino na igreja do Senhor Jesus: “se ministério, dediquemo-nos ao ministério; ou o que ensina esmere-se no fazê-lo” (Romanos 12:7).

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

DISCIPULADO

Caros amigos e irmãos em Cristo, o Pr. Sérgio Melfior de Joinville/RS, escreveu um belíssimo e interessante artigo sobre discipulado, o qual foi reproduzido na edição de junho de 2010, no Jornal Mensageiro da Paz, e também está disponível no site da Igreja Assembleia de Deus de Joinville (www.adjoinville.org.br), o qual é o atual Pastor Presidente. Gostaria de compartilhar com aqueles que ainda não tiveram oportunidade de ler:

Discipulado: prioridade para o crescimento da Igreja

Jesus estabeleceu para a Igreja algumas prioridades, que fluíram a partir do derramamento do Espírito (At. 2). Vemos que os primeiros cristãos consideraram a comunhão dos santos (At. 2.42,46), a adoração ao Senhor (At. 2.47a), a evangelização (At. 2.47b), a ação social (At. 2.44,45) e o discipulado dos recém convertidos (At. 2. 40,41) como prioridades de sua marcha terrestre.

Quero destacar a prioridade do discipulado como modelo para o crescimento da Igreja, cumprindo a determinação do Senhor: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as cousas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século. (Mt. 28.19-20).

Por discipulado entenda-se o processo em que o novo convertido recebe todas as instruções indispensáveis para sua formação e crescimento de sua fé, até que esteja apto a fazer outros discípulos, reproduzindo assim o modelo do caráter cristão descrito em 2 Tm. 2.2: “E o que de minha parte ouviste através de muitas testemunhas, isso mesmo transmite a homens fiéis e
também idôneos para instruir a outros.”

Vemos que o crescimento explosivo da Igreja no Século I se deu por meio do discipulado. Jesus formou o seu grupo de discípulos, inicialmente com os 12 (Mt. 10.1-4), depois com 70 (Lc. 10.1) e, finalmente, com mais de 500 discípulos (1 Co. 15.6). Logo após o Pentecostes, os discípulos começaram a multiplicar, ensinando e batizando aqueles que iam sendo salvos. Jesus optou pelo discipulado como meio de alcançar todas as nações (Mt. 28.19-20), pois este modelo de crescimento supera as barreiras temporais, isto é, funcionou no passado, funciona hoje e funcionará até o arrebatamento da Igreja.

Quando Jesus estava na Terra muitos quiseram segui-lo, mas não pagaram o preço do discipulado (Mt. 19.16-24). O chamado de Cristo inclui renúncia, abnegação e compromisso com o Mestre. Podemos ver a diferença entre os seguidores e os discípulos na “Primeira Multiplicação de Pães” (Jo. 6.5-13). Jesus fez o milagre, mas deu aos discípulos a incumbência de alimentar as multidões. Note que os seguidores vivem atrás dos sinais, mas são os discípulos quem operam sinais (Mc. 16.17-18). Um dia depois de saciar a multidão, o discurso
de Cristo foi mais veemente, e, por conta disto, os seguidores deixaram-no, ficando com o Mestre apenas os verdadeiros discípulos (Jo. 6.60-68). O seguidor está apenas envolvido com Cristo, enquanto o discípulo está totalmente comprometido com Ele.

A Igreja atual deve investir maciçamente no discipulado, pois trata-se da formação do caráter de Cristo (Ef. 4.13) nas pessoas que aceitam a Jesus como Salvador, e também do melhor meio para que os crentes se tornem frutíferos na obra e sadios na fé. A falta de discipulado na Igreja produz crentes fracos espiritualmente e descomprometidos com a cruz de Cristo (Mt. 16.24). Sem falar no grande número de seitas e heresias que enganam diariamente muitos cristãos sinceros, que desconhecem as doutrinas cardeais da fé cristã (2 Pe 3.18). Além disso, a Igreja sem discipulado estagna seu crescimento e compromete o seu futuro, gerando com isso muitos desviados, que não permanecem servindo a Deus pela falta de estrutura de fé (Mt.7.26,27).

Amado irmão, não se contente em apenas fazer com que o pecador aceite a Jesus como Salvador, ensine-o a identificar-se com Cristo, desde seus primeiros passos de caminhada de fé por meio de um método sério de discipulado. Você verá que quando este crente
amadurecer, será um verdadeiro discípulo do Senhor, o Mestre por excelência.

Autor:
Sérgio Melfior
Ministro do Evangelho (Pastor),
Presidente da AD Joinville e
1º Secretário da CIADESCP

sábado, 23 de julho de 2011

Divulgando as OITO REGRAS PARA UMA MINISTÉRIO CRISTOCÊNTICO

Para os ministros do evangelho, o Pr. Esdras Costa Bentho, postou em seu blog Teologia e Graça as "8 regras para um ministério cristocêntrico", ou seja, a sua visão para aqueles que querem realmente exercer um ministério tendo Cristo como o centro, como o foco principal.

Após isto, outros brogs, inclusive o Pr. Geremias do Couto, o qual é um referencial para todos nós, jovens obreiros, aprovou a idéia e postou com destaque esta idéia.

Como também busco ter um ministério focado em Cristo, tomei para mim estes princípios e quero compartilhar com os demais amigos:

OITO REGRAS PARA UMA MINISTÉRIO CRISTOCÊNTICO

1. Não se una a pessoas que buscam fama e sucesso ministerial a todo e qualquer custo, nem que para isso tenham que infamar publicamente os supostos concorrentes.

2. Não aceite todo convite para não sacrificar a família, o trabalho, e o estudo acadêmico.

3. Não faça do ministério um “pé de meia” para o futuro, quando tudo o mais der errado.

4. Não busque o sucesso, a fama e honra para si, fazendo da piedade uma autoafirmação da sua personalidade e talentos naturais.

5. Jamais use a simplicidade e acriticidade do povo de Deus como esteio para popularidade e sucesso pessoal.

6. Não fique teologicamente em cima do muro para agradar gregos e troianos, mas expresse o que a Bíblia diz sem vacilação.

7. Não use a linguagem da piedade para incensar os próprios feitos.

8. Seja amigo daqueles que compartilham da mesma visão.

Esdras Costa Bentho

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Segurança na Igreja


Um site de notícias noticiou a morte de uma menina de 10 anos que morreu eletrocutada durante ensaio de coral na igreja evangélica Assembléia de Deus em Camarajibe, estado de Pernambuco.


Um fato lamentável, porém nos alerta para a segurança dos templos evangélicos. Não podemos ficar omissos e fingir que não é conosco. O desabamento do teto da Igreja Renascer também poderia ser evitado, os responsáveis pelos templos não podem esconderem-se atrás da frase de que tudo é permissão divina; pois mesmo sendo a mais pura verdade, isto não os desobriga de fazerem a sua parte e zelarem pelo patrimônio da Igreja e mais ainda pela integridade fisica e segurança dos membros e frequentadores do templo.


1º Eleger um Encarregado de Patrimônio da Igreja seria uma dica.

2 º Destinar uma fatia das entradas para a conservação dos templos.

3º Revisões periódicas de fiação elétrica também é interessante.


A familia da pequena Damares Pereira da Silva os meus sentimentos.


Leia a notícia na íntegra: